quarta-feira, 19 de julho de 2006
Pufff...
E no começo era apenas o silêncio e o vazio...
BANG!!!
E assim teve-se início...
Como uma grande explosão. Sem som, mais como um clarão de luz que nos fascina, nos cega e nos comove. Nos vimos sem nos olharmos. Nos sentimos sem nos tocarmos. Nos conhecemos sem realmente nos conhecermos. Nos encantamos num primeiro gesto não visto, numa primeira palavra não dita. Apeguei-me ao quase nada por acreditar ser quase tudo... Aguardo ainda o abraço mudo. Quem sabe um beijo sem palavras? Nada mais apropriado para algo que vaga no vale da emoção e perturba diariamente a razão.
O primeiro clarão se deu de maneira breve, mas densa. Repleta de quereres e sentimentos. Mas como dito, durou pouco tempo. A oportunidade deve ter passado. A disposição foi breve também. Coloquei-me em segundo plano por ser altruísta e por talvez não achar-me merecedor de um lugar de destaque. Sendo assim, cá estou, não sei em que plano nem em qual categoria. Mas não entre as prioridades. Afinal, tanta coisa a ser resolvida, tanta gente precisando mais (de atenção, carinho, afeto), tanto trabalho, tanto trânsito, tanta correria, tantos tantos que só de disposição não se vive. Bom, discordo muito disso mas como se diz por aqui: "É assim...".
C´est la vie...
Sinto que nosso tempo passou sem nem ter começado. O bonde passou e por pouco não subi... Ele não tinha parado por completo. Agora fico acenando enquanto ele se distancia. Aos poucos pois, parte devagar já que ainda o seguro com minhas palavras para que não se vá por completo. Os sentimentos caminham para outra porto. Talvez mais seguro, mais nobre, mais tranqüilo. As águas não se revoltam mais. Não enquanto os olhares não forem trocados, não enquanto as peles não sentirem o calor uma da outra, não enquanto as bocas não se tocarem, não enquanto a alma e o corpo pedirem por mais e mais. Mas tudo isso deve não passar de uma ilusão que se mancha e se apaga como uma aquarela aguada.
O corpo deixa-se afundar no mar calmo, encolhido para sentir seu próprio calor. O ar abandona quase que totalmente os pulmões para que desça suave para um lugar não melhor. Mas talvez conhecido... E assim parece que o tempo é congelado. E tudo não dito, tudo não feito, tudo não nada resume-se a um quase.
Quase nada quase tudo...
segunda-feira, 10 de julho de 2006
De mãos dadas...
Estou com preguiça de reler todas essas minhas impressões... Então gostaria que você me ajudasse nessa tarefa. Se um dia me tornar repetitivo, coisa que não me parece muito incomum nem impossível pois sei que converso muito com o bonequinho, avise-me com urgência. Não porque este inanimado espectador deixará de ouvir novamente mais uma de minhas hitórias, mas para que novas possam se instalar no lugar das antigas...
Mas o que está se tornando, não freqüente mas comum, é eu caminhar de mãos vazias... Sem nenhuma outra pra segurar. Estendo a mão e só alcanço o vazio. Que como consolo sempre será meu companheiro quer eu queira quer eu não. No máximo ando recebendo um vislumbre de um aceno muito ao longe que me enche de esperanças. Esperanças de assistir R&J de mãos dadas com alguém. De sentir esse calor passando de um corpo a outro. Fiquei com inveja do que vi sim. E não poderia ser de outra maneira. E não vou dizer que é uma inveja boa porque isso não existe. Vi o que vi e fiquei com vontade de ter a mesma coisa. Somente uma mão para se entrelaçar.
Claro que tenho a sorte dela vir acompanhada de todo um corpo com braço, peito, pernas e... E tudo o mais. Mas a mão anda me bastando num primeiro momento. Somente a mão... Esse gesto tão simples e carinhoso torna-se um evento por aqui. Normalmente adiado durante muito tempo... Bom, vou tentar não pronunciar esta palavra novamente porque andamos brigados e já falei demais dele da última vez...
Ando caminhando porém, em silêncio. Não tenho mais vontade de cantar... Ao menos por enquanto. E não vou precisar chorar também pois, sorte a minha (!), está chovendo... Suspiro e aguardo. Não mais ansiosamente, mas triste. Expressão que tem me marcado nesses últimos dias...
Mas quando o sol aparecer voltarei a cantar. O luto não dura pra sempre. E nada como um dia após o outro (menção sutil aquele carinha lá de cima... risos...).
Ao menos tenho a Minerva pra me morder... risos...
E acabo sempre me agarrando a esperança dos tolos. Oxalá ela sobreviva durante muitas e muitas luas... (essa foi legal! risos...). Já não desejo segurar a mão de alguém acho... Só desejo não mais ser tentado e testado. Já é um bom começo para um romântico tolo (todos devem ser não é mesmo?!). Abandono minhas mãos que balançam ao lado do corpo. Quando quero calor coloco-as no bolso da calça... Tem resolvido... ;D
Oxalá isso me baste por muitas e muitas luas mesmo...
Mas o que está se tornando, não freqüente mas comum, é eu caminhar de mãos vazias... Sem nenhuma outra pra segurar. Estendo a mão e só alcanço o vazio. Que como consolo sempre será meu companheiro quer eu queira quer eu não. No máximo ando recebendo um vislumbre de um aceno muito ao longe que me enche de esperanças. Esperanças de assistir R&J de mãos dadas com alguém. De sentir esse calor passando de um corpo a outro. Fiquei com inveja do que vi sim. E não poderia ser de outra maneira. E não vou dizer que é uma inveja boa porque isso não existe. Vi o que vi e fiquei com vontade de ter a mesma coisa. Somente uma mão para se entrelaçar.
Claro que tenho a sorte dela vir acompanhada de todo um corpo com braço, peito, pernas e... E tudo o mais. Mas a mão anda me bastando num primeiro momento. Somente a mão... Esse gesto tão simples e carinhoso torna-se um evento por aqui. Normalmente adiado durante muito tempo... Bom, vou tentar não pronunciar esta palavra novamente porque andamos brigados e já falei demais dele da última vez...
Ando caminhando porém, em silêncio. Não tenho mais vontade de cantar... Ao menos por enquanto. E não vou precisar chorar também pois, sorte a minha (!), está chovendo... Suspiro e aguardo. Não mais ansiosamente, mas triste. Expressão que tem me marcado nesses últimos dias...
Mas quando o sol aparecer voltarei a cantar. O luto não dura pra sempre. E nada como um dia após o outro (menção sutil aquele carinha lá de cima... risos...).
Ao menos tenho a Minerva pra me morder... risos...
E acabo sempre me agarrando a esperança dos tolos. Oxalá ela sobreviva durante muitas e muitas luas... (essa foi legal! risos...). Já não desejo segurar a mão de alguém acho... Só desejo não mais ser tentado e testado. Já é um bom começo para um romântico tolo (todos devem ser não é mesmo?!). Abandono minhas mãos que balançam ao lado do corpo. Quando quero calor coloco-as no bolso da calça... Tem resolvido... ;D
Oxalá isso me baste por muitas e muitas luas mesmo...
quinta-feira, 6 de julho de 2006
O Tempo Mau!
Tempo, tempo, tempo... Escolhi falar dele hoje depois de um tempo fora daqui.
Ultimamente não sei mais defini-lo... Corri pro dicionário pra pedir ajuda. Tá bom, tá bom... Não corri não porque tava com frio e tinha acabado de levantar... risos... Fui andando pegar o dicionário pra ver o que constava nele sobre tal assunto talvez polêmico. Peraí... Deixa eu dar uma olhada...
[...]
Caramba! Muita coisa pra passar pra você aqui. Escolhi a mais legal, claro, e que me chamou mais a atenção.
[Tempo] momento ou ocasião apropriada (ou disponível) pra que uma coisa se realize.
Hummm... Conceito bem interessante e fácil de entender. Por isso ando meio chateado com o senhor tempo! Ele me mimou durante muitos anos e muito tempo. Dando-me tempo ou momentos ou ocasiões apropriadas onde todos que eu desejava, ou a grande maioria, estavam disponíveis para que as coisas se realizassem. Todos ao meu redor que eu amava e amo ainda tinham tempo ou encontravam tempo. Agora todos que estão ao meu redor e tento amar (não os amo ainda por culpa do tempo mesmo e desse lance da ocasião apropriada) não encontram o tempo. Deixei de ser mimado.
Será que serei um adulto mais feliz assim? Um adulto sem os mimos do tempo das pessoas que aprecio, que prezo e que estimo muito? Que lição será essa? Não tô entendendo em bom português brasileiro paulistano! E fico triste pra não dizer p. da vida quando não entendo algo. Choro às vezes... Ontem chorei mas foi só um pouquinho. Praguejei o tempo... Mas talvez ele não seja o único culpado. Talvez seja o contexto onde ele está inserido. A cidade grande não oferece tanto tempo as pessoas. A cidade grande é opressora. A cidade grande é má...
Será??? E o que acontece com aquela frase de Shakespeare (?) que diz que só o homem ocupado tem tempo? A culpa sai das mãos do contexto e passa pras mãos das próprias pessoas que se sujeitam a esse vilão tão mau... Tô bravo com ele agora então pra mim ele é mau sim. Sendo assim, quem tem culpa por eu não ser mais mimado pelas pessoas que amo ou gostaria de amar, mimado temporalmente digamos, são as próprias pessoas que amo e tento amar! Acredito que exista uma justificativa que paira no ar na cidade de São Paulo que responderá sempre a todas minhas indignações e conflitos:
-É assim mesmo!
Dita de forma bem natural, clara e simples. Quase sem emoção... Mas não culpo a todos por terem cedido a esse capricho avassalador da grande metrópole. Queria não ter tempo também. Ser oprimido por ela também. E poder dizer: "Não tenho tempo. É assim mesmo". Dessa maneira eu seria como todos e acharia isso tudo muito normal e natural. E seria mais um na multidão que se rendeu a um tempo que não existe, a um tempo que nunca chega, a um tempo sonhado mas nunca alcançado... Quero não ter tempo também...
Alguém pode me ensinar como, por gentileza? Se me disser que não tem tempo estou perdido mesmo! Enquanto isso não acontece jogo um balde de paciência em cima do tempo aguardando a ocasião apropriada pra muita coisa, aguardando a disponibilidade pra muita coisa, aguardando...
Canto enquanto isso... Como sempre... ;D
Tempo tempo mano velho
Falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo tempo mano velho
Vai, vai, vai...
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
"Pato Fu Sobre O Tempo"
Só me derrube no final!
P.S.: lembrei de um versinho de alguém famoso que minha avó me diz de vez em quando. Só pra terminar essa postagem mais feliz e poder acreditar que o tempo é meu amigo e senhor da razão como reza minha sorte no Orkut.
"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo que o tempo que o tempo tem é o tempo que o tempo tem." risos...
Acho que é algo assim... Já alegrou o meu dia! :D
Deixo assim um abraço mudo, silencioso... :D Mas muito carinhoso...
Alessandro.
Ultimamente não sei mais defini-lo... Corri pro dicionário pra pedir ajuda. Tá bom, tá bom... Não corri não porque tava com frio e tinha acabado de levantar... risos... Fui andando pegar o dicionário pra ver o que constava nele sobre tal assunto talvez polêmico. Peraí... Deixa eu dar uma olhada...
[...]
Caramba! Muita coisa pra passar pra você aqui. Escolhi a mais legal, claro, e que me chamou mais a atenção.
[Tempo] momento ou ocasião apropriada (ou disponível) pra que uma coisa se realize.
Hummm... Conceito bem interessante e fácil de entender. Por isso ando meio chateado com o senhor tempo! Ele me mimou durante muitos anos e muito tempo. Dando-me tempo ou momentos ou ocasiões apropriadas onde todos que eu desejava, ou a grande maioria, estavam disponíveis para que as coisas se realizassem. Todos ao meu redor que eu amava e amo ainda tinham tempo ou encontravam tempo. Agora todos que estão ao meu redor e tento amar (não os amo ainda por culpa do tempo mesmo e desse lance da ocasião apropriada) não encontram o tempo. Deixei de ser mimado.
Será que serei um adulto mais feliz assim? Um adulto sem os mimos do tempo das pessoas que aprecio, que prezo e que estimo muito? Que lição será essa? Não tô entendendo em bom português brasileiro paulistano! E fico triste pra não dizer p. da vida quando não entendo algo. Choro às vezes... Ontem chorei mas foi só um pouquinho. Praguejei o tempo... Mas talvez ele não seja o único culpado. Talvez seja o contexto onde ele está inserido. A cidade grande não oferece tanto tempo as pessoas. A cidade grande é opressora. A cidade grande é má...
Será??? E o que acontece com aquela frase de Shakespeare (?) que diz que só o homem ocupado tem tempo? A culpa sai das mãos do contexto e passa pras mãos das próprias pessoas que se sujeitam a esse vilão tão mau... Tô bravo com ele agora então pra mim ele é mau sim. Sendo assim, quem tem culpa por eu não ser mais mimado pelas pessoas que amo ou gostaria de amar, mimado temporalmente digamos, são as próprias pessoas que amo e tento amar! Acredito que exista uma justificativa que paira no ar na cidade de São Paulo que responderá sempre a todas minhas indignações e conflitos:
-É assim mesmo!
Dita de forma bem natural, clara e simples. Quase sem emoção... Mas não culpo a todos por terem cedido a esse capricho avassalador da grande metrópole. Queria não ter tempo também. Ser oprimido por ela também. E poder dizer: "Não tenho tempo. É assim mesmo". Dessa maneira eu seria como todos e acharia isso tudo muito normal e natural. E seria mais um na multidão que se rendeu a um tempo que não existe, a um tempo que nunca chega, a um tempo sonhado mas nunca alcançado... Quero não ter tempo também...
Alguém pode me ensinar como, por gentileza? Se me disser que não tem tempo estou perdido mesmo! Enquanto isso não acontece jogo um balde de paciência em cima do tempo aguardando a ocasião apropriada pra muita coisa, aguardando a disponibilidade pra muita coisa, aguardando...
Canto enquanto isso... Como sempre... ;D
Tempo tempo mano velho
Falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo tempo mano velho
Vai, vai, vai...
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
"Pato Fu Sobre O Tempo"
Só me derrube no final!
P.S.: lembrei de um versinho de alguém famoso que minha avó me diz de vez em quando. Só pra terminar essa postagem mais feliz e poder acreditar que o tempo é meu amigo e senhor da razão como reza minha sorte no Orkut.
"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo que o tempo que o tempo tem é o tempo que o tempo tem." risos...
Acho que é algo assim... Já alegrou o meu dia! :D
Deixo assim um abraço mudo, silencioso... :D Mas muito carinhoso...
Alessandro.
sexta-feira, 16 de junho de 2006
Jesus veio, passou e não foi tão legal assim!
Ontem, quinta-feria, Corpus Christy!!! Marcha para Jesus na Avenida Paulista, palco de muitos eventos.
Saí de casa para almoçar e tamanha foi minha surpresa com esse evento, mais capitalista e consumista do que religioso. Num primeiro momento com camisetas estampadas em verde amarelo (até Jesus tá torcendo pelo Brasil - espero que assim sejamos hexa!!!) pensei em algum partido político fazendo campanha e já antecipando alguns votos dos eleitores mais afoitos. Já na rua e bem de perto da massa de gente que já se locomovia feito formigas procurando e marchando atrás do doce vi que se tratava de uma manifestação religiosa...
Bom, não sei se posso chamá-la assim! O que vi foi um culto ao consumismo! Todos vestidos e uniformizados com as mesmas camisetas, bandanas, bonés e etc. Ambulantes pra tudo quanto era lado vendendo brinquedos pras crianças cristãs desde cedo, comida pra esse povo todo, e mais e mais cacarecos numa cruza de Copa do mundo abrasileirada, Jesus e fé (?)... Vi pouca gente rezando e cantando e louvando a Deus ou ao seu filho. Será que estou ultrapassado? Será que ando esperando demais das pessoas na cidade de São Paulo? Bom, disso tenho quase certeza! Achei que nessa marcha faltou adoração, fé e devoção. E sobrou consumo, displicência, falta de educação e respeito...
Conclusão: após a Marcha de Jesus a Paulista estava um lixo literalmente falando. E claro, todas as imediações num raio de 100 metros pra todos os lados também! Não sei mais de quem é a função de educação da população! Deve ser minha também! E sua! Mas esperava que o amor pregado por Cristo emglobava respeito e cuidado com o meio ambiente, com o próximo... Essas coisas. Acho que falta um pouco de discernimento pra população. Claro que me incluo nesse rol também. Assim me livro automaticamente da culpa de ter cometido um engano com a postagem de hoje! risos...
Resumo da Ópera: Manifestações são legais desde que bem organizadas. Do começo ao fim. E limpar a festa faz parte disso!
Vou orar por todos! Por mim também!
Amém!
Saí de casa para almoçar e tamanha foi minha surpresa com esse evento, mais capitalista e consumista do que religioso. Num primeiro momento com camisetas estampadas em verde amarelo (até Jesus tá torcendo pelo Brasil - espero que assim sejamos hexa!!!) pensei em algum partido político fazendo campanha e já antecipando alguns votos dos eleitores mais afoitos. Já na rua e bem de perto da massa de gente que já se locomovia feito formigas procurando e marchando atrás do doce vi que se tratava de uma manifestação religiosa...
Bom, não sei se posso chamá-la assim! O que vi foi um culto ao consumismo! Todos vestidos e uniformizados com as mesmas camisetas, bandanas, bonés e etc. Ambulantes pra tudo quanto era lado vendendo brinquedos pras crianças cristãs desde cedo, comida pra esse povo todo, e mais e mais cacarecos numa cruza de Copa do mundo abrasileirada, Jesus e fé (?)... Vi pouca gente rezando e cantando e louvando a Deus ou ao seu filho. Será que estou ultrapassado? Será que ando esperando demais das pessoas na cidade de São Paulo? Bom, disso tenho quase certeza! Achei que nessa marcha faltou adoração, fé e devoção. E sobrou consumo, displicência, falta de educação e respeito...
Conclusão: após a Marcha de Jesus a Paulista estava um lixo literalmente falando. E claro, todas as imediações num raio de 100 metros pra todos os lados também! Não sei mais de quem é a função de educação da população! Deve ser minha também! E sua! Mas esperava que o amor pregado por Cristo emglobava respeito e cuidado com o meio ambiente, com o próximo... Essas coisas. Acho que falta um pouco de discernimento pra população. Claro que me incluo nesse rol também. Assim me livro automaticamente da culpa de ter cometido um engano com a postagem de hoje! risos...
Resumo da Ópera: Manifestações são legais desde que bem organizadas. Do começo ao fim. E limpar a festa faz parte disso!
Vou orar por todos! Por mim também!
Amém!
domingo, 21 de maio de 2006
Bate e volta...
Ando pensando numa teoria não muito maluca mas bem plausível e cheia de seguidores acho... Tudo pelo que passamos por aqui nessa vida possui um sentido e uma razão... Mesmo que não venhamos a compreender ou tomar o real conhecimento disso no momento ou ainda, algum tempo depois ou, nunca (!). Vivenciamos fatos que nos ensinam lições. Talvez não lições sobre o bem e o mal pois, estes são culturais... Mas lições sobre a própria vida e como nossos atos e os de outras pessoas nos afetam e nos moldam como seres humanos. Aprendemos com as outras pessoas muitas coisas e nisso reside pra mim uma das constatações mais maravilhosas do mundo. O aprender com alguém. Seja através do sofrimento ou do amor...
Não sei se já escrevi isso por aqui (já lhe disse que minha memória é fraca? Minha irmã nasceu com todos meus genes pra isso! Se eu for repetitivo não ligue não ok? É só dizer...) mas não custa relembrar...
"Amor é o crescimento do eu, graças aos outros"
Spinoza
Ando crescendo com muitas pessoas. Grandes e pequenos amores, amigos e não tão amigos também. E não amigos e desconhecidos fazem parte dessa teia de eventos e fatos que nos unem. Ontem lendo um livro descobri que isso pode ser considerado uma religião... Acredito que sim... É um modo de pensar acalentador. E mesmo as adversidades, tenho certeza, serão de alguma serventia. Àqueles que me fazem mal, cuidado... O mundo gira e dá muitas voltas e, na minha religião, crê-se que recebemos tudo de volta o que plantamos. Mais dia ou menos dia. Basta estarmos atentos a isso. Àqueles que me fazem bem, não sumam não viu?! risos... Sei que preciso de você, de você e de você também! ;D Àqueles que não sabem classificar seus atos não se preocupem. Isso não é muito necessário. Apenas sigam sua consciência e assumam as conseqüências de seus atos. Sejam responsáveis por eles! Tá bom, não vou citar "O Pequeno Príncipe" ok? risos...
Hoje teria música por aqui também... Mas não estou em clima pra isso! Não estou muito musical... Quem sabe na próxima?!
Abraços a todos,
conhecidos e desconhecidos.
P.S.: hoje teria sido legal (também) ter encontrado o Profeta Gentileza...
segunda-feira, 24 de abril de 2006
De bandido a mocinho!
Engraçado como a vida dá voltas e voltas! Como Ná Ozeti canta: "Mundo gira, mundo girando, girando, girando, girando!"... Numa dessas voltas acabo por encenar a mesma peça representada há algum tempo atrás! Mas os papéis mudaram e alguns atores também. Saí do papel do bandido, do vilão (que claro, acho muito mais interessante! Vide o Papa-léguas e o Coiote! O vilão sempre é mais inteligente! Mais divertido! Mais interessante!). Sem querer muito passei a ser o mocinho tolo que sofre e chora por causa do vilão que arma diversas arapucas pra pegá-lo! Mas essa história não tem final feliz. Pelo menos não como imaginamos. O bandido vence!!! risos... Ele ganha, mas não no final. No final eu, o mocinho tansinho, se liberta e descobre um mundo diferente. Entende coisas não entendidas antes. Compreende histórias antigas e causos até então bem resolvidos! Esses causos continuam bem resolvidos. Mas agora, hoje, possuem um novo colorido. Quero abraçar meu último algoz e agradecê-lo muito! risos... De coração! Agradecer mais um pouco... Nunca é demais acho! Afinal, cresci mais um pouco e atuo melhor agora!
Hoje, agora, entendo a dor do mocinho em minha última atuação nessa peça há tempos atrás. Entendo tão bem! Tudo faz tanto sentido! Tudo mesmo! Sinto vontade de conversar com o último protagonista bonzinho pisoteado pela boiada que quase sem querer deixei escapar pela porteira! risos... Quase sem querer mesmo!
Eu posso ver tudo de forma mais clara agora! Por isso canto!
I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.
It´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day. It´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day.
Oh yes, I can make it now the pain is gone.
All of the bad feelings have disappeared.
Here is the rainbow I´ve been praying for.
It´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day.
(ooh...) Look all around, there´s nothing but blue skies.
Look straight ahead, there´s nothing but blue skies.
I can see CLEARLY NOW the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Here´s the rainbow I´ve been praying for.
It´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day. It´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day. Real, real, real, real bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day.
Yeah, hey, it´s gonna be a bright (bright) bright (bright) sunshinin´ day.
"I can see clearly now! Jimmy Cliff"Eu posso ver tudo claramente agora! E gostaria de compartilhar isso com você! E com todos os atores que encenam essa peça comigo chamada VIDA!!!
Merda pra todos nós!
terça-feira, 18 de abril de 2006
Desci do bonde na parada errada...(?)
Sonhei que tínhamos nos encontrado num dia de sol tão gostoso. Desses de outono onde seu calor morno espanta a brisa fria sob um céu tremendamente azul! Decidimos pegar um ônibus para a Universidade! Isso mesmo! Que lugar melhor para se aprender? Aprender a amar, a compartilhar, a fazer novos amigos, a viver!!!
O caminho me pareceu bem longo mas ao seu lado tudo me pareceu muito divertido e tranqüilo também. Estava seguindo feliz rumo ao desconhecido a se conhecer. Acredito no que Spinoza escreveu:
"Amor é o crescimento do eu, graças aos outros".
Iria crescer com você num mundo novo e só nosso... Aprenderíamos juntos.
Mas um amigo seu (com sua identidade na verdade) pediu para o ônibus parar e desceu. Como eu estava na porta desci junto para dar passagem. O ônibus se fechou e partiu. E eu fiquei ali. Num descampado, sozinho (o amigo sumiu é claro! risos... Desgraça pouca é bobagem!).
Você partiu no ônibus. E eu fiquei para trás!
Sunday
Oh do you know
(Where to go, where to go)
Something on your mind
(Wanna leave me behind, wanna leave me behind)
You're spinning me around
My feet are off the ground
I dunno where I stand
Do you have to hold my hand
(You mystify me, you mystify me, you mystify me)
When you walked into the room
It happened oh so soon
I didn't want to know
Does he really have to go
(You mystify me, you mystify me, you mystify me)
And he didn't find the words
To say I LOVE YOU
And he couldn't find the time
To say I NEED YOU
(It wouldn't come out right, it wouldn't come out right)
Just came out all wrong
You're spinning me around
My feet are off the ground
I dunno where I stand
Do you have to hold my hand
(You mystify me, you mystify me, you mystify me)
Oh do you know
(Where to go, where to go)
Something on your mind
(WANNA LEAVE ME BEHIND, WANNA LEAVE ME BEHIND)
"Sunday The Cranberries"
Desci no lugar errado! (?).
Mas o dia está tão bonito pra se ficar parado e não se caminhar. Mesmo sem companhia. Ainda sigo para o mesmo destino. Talvez nos encontremos por lá um dia. Mas sei que o caminho será repleto de aventuras e novas histórias pra se contar.
Com muitas coisas para se pensar!
Vejo você por aí!
Beijo e abraço apertado.
Alessandro.
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