Bom, depois de algum tempo fora (de novo! risos...) resolvi sentar aqui e deixar as palavras fluirem naturalmente. No caminho de lá pra cá (meu quarto é longe do escritório!!!) andei pensando no que gostaria de escrever hoje. E cheguei a uma triste conclusão... Minhas postagens têm sido de cunho triste... Não que eu seja um cara triste mas, minhas impressões sobre esta cidade que tanto amo são ruins, analisando de forma geral. Paradoxal ou no mínimo masoquista isso! risos... Mas após um ano e um tantinho de São Paulo volto aqui num sábado de manhã pra compartilhar minhas impressões comigo mesmo (sim, eu leio o meu próprio blog! risos... Isso dá até comunidade no Orkut!) e com todos que tiverem acesso a meus pensamentos.
Queria há muito ter escrito sobre o Encontro Skavurzka! ;D Algo que me deixou muito contente na grande metrópole. Conseguir reunir um bando de amigos pra um piquenique no parque não é tão simples assim. Mas pouco mais de um mês atrás teve início a Primeira Edição do Encontro Skavurzka! E quer saber? Foi muito legal!
Eu não podia imaginar que as pessoas em São Paulo estariam afim de uma programação meio de índio! Deve ter a ver com um lance primitivo dos nossos ancestrais! Mesmo os de sangue Europeu como o meu!!! risos. Botar o pé na grama, espantar todos os bichos voadores e terrestres! Tomar sol! Tomar vento! Tomar ar! Comer! E por aí vai!!! Mas muitos curtiram a idéia. Cada um levou um prato que curtia de doce ou salgado e uma bebida também! Alguns foram de industrializados claro, mas o que vale é a intenção e a oportunidade de estar com pessoas queridas e que nos fazem bem. Além de conhecer gente nova! Novas amizades, novas histórias a serem descobertas! Tão bom poder compartilhar a vida com outras pessoas! Por isso estou aqui também! Sinto prazer nisso! Em compartilhar minha vida. Principalmente com as pessoas que amo! E isso é algo que me deixa feliz mesmo compartilhando algo triste! Confuso? Conflitante? Eu sei... Eu acho que sou assim! ;D
Agora juntando essa postagem sobre o Encontro Skavurzka que não ocorreu de forma exclusiva e sim agora de forma parcial, com o que eu havia imaginado escrever hoje, chego a uma única conclusão! Falar sobre disposição! Não me lembro se já é um assunto recorrente por aqui (por favor me ajudem lendo tudo e me contando!) mas acredito que sim. É algo que me incomoda deveras em São Paulo. Ao mesmo tempo que me deixa feliz por eu ser diferente e perceber isso!
Sinto que as pessoas por aqui não têm disposição pra muita coisa! E tudo é desculpa pra isso ou aquilo outro não acontecer. Covardia? Não sei... Muita gente anestesiada!
Mas antes de mais nada o Senhor Dicionário aqui vai dar uma olhada no que realmente essa palavra significa pra eu não falar bobagem... Deixa eu ver... Medalha não... Deborcar não... Emplasmar não... Dispositivo não... (difícil procurar no dicionário! risos...)... Achei!
[ Disposição ] Estado de espírito ou saúde. Temperamento. Humor. Intento. Propósito. Desígnio.
Claro que selecionei os significados que aqui me interessam! Podem me chamar de manipulador e autoritário! Skavurzka! risos...
Sinto que por aqui as pessoas estão num estado muito grande de letargia devido a própria vida na grande São Paulo. A cidade exige demais das pessoas. E a maioria acaba cedendo onde mais deveriam ser felizes. Estando com as pessoas... Compartilhando suas vidas. Acredito que o ser humano nasceu pra isso. Somos seres socias. Precisamos do outro pra trocarmos uma idéia (ou várias!), darmos risada, chorarmos também. Aos narcisos um espelho tá de bom tamanho mas ainda assim é o outro! E por aqui tudo se torna um empecilho. Trânsito, trabalho de 12h por dia, cansaço, fadiga, estresse, grandes distâncias a serem percorridas, etc... Mas no fundo do fundo, sinto que as pessoas não têm disposição. Aprenderam a se comportar dessa forma. Eu já tive uma rotina de trabalho muito louca, fracionava o sono ao longo do dia e da noite e mesmo assim encontrava tempo para as pessoas queridas pra mim. As pessoas que eu queria estar junto! E isso me deixa muito feliz! Saber que eu tenho essa capacidade de me doar para os outros (é doação sim e dá trabalho) apesar dos pesares. E acredito que é algo que São Paulo não vai poder mudar em mim. Mas brigo e discuto em vão com muitos outros sobre isso. Até concordam comigo em alguns aspectos mas tão anestesiados seguem suas vidas sem disposição... E isso não é legal! Bom, não acho legal pra mim claro pois queria estar mais vezes e em mais lugares com quem prezo. E acabo sentindo a falta de muitos. Saudade...
Hoje já não tão mais forte que ontem. Não me anestesio como tantos mas talvez já prove por escolha inconsciente um pouco do anestésico tão necessário. "A dor é inevitável mas o sofrimento opcional". Não posso mais sofrer por isso. Pela falta de contato. Por não literalmente ligarem pra mim, por não poderem me encontrar pra me dar um abraço, um sorriso e um afago amigo. Hoje, anestesiado, espero o tempo passar e tudo melhorar. Ou desandar de vez! risos... Também não tenho sangue de barata claro! Passo o sermão de sempre, explicando o que vem a ser compromisso e disponibilidade e pronto! risos...
Bom, voltando ao assunto em pauta depois do desabafo! Fiquei até com fome! risos...
O Piquenique Skavurzka me deixou feliz por saber que muita gente ainda está disposta! Inclusive a programações de índio cost free ou low cost! Achei que seria um fiasco! Mas foi bacana! E a Segunda Edição que aconteceu praticamente um mês depois foi um upgrade no evento! Teve música ambiente e calibragem com bebidas alcóolicas! Somos gente grande ok?! risos... E no final do dia sentimos um cansaço gostoso... Cansa conversar com as pessoas, dar risada, falar besteira, fazer comida pro piquenique, procurar os perdidos e desorientados pelo parque (né Wil?! risos...). Mas tudo vale a pena! É um cansaço saudável, gostoso. Daqueles que faz a gente querer mais. Daqueles que nos fazem chegar em casa com um sorriso farto na boca lembrando de como foi bom estar com todos! E de como é bom estar com as pessoas! E de como é bom poder compartilhar nossa vida com outros! Como é bom ser humano! Como é bom ser simples! Como é bom ser sincero! Como é bom ser verdadeiro! Como é bom ser amigo!
E de como é boa a amizade!
Deixo aqui um beijo muito grande a todos meus amigos! Sempre com saudades claro! E sempre emocionado!
Beijo Grande!
P.S.: para os descrentes de que isso tudo é possível, aqui está a prova! :D
Depois de muito tempo ausente as postagens por aqui se tornarão mais freqüentes novamente. Isso deve-se claro a internet banda larga em casa!
Muitas mudanças desde novembro! O inferno astral passou, a crise dos sete anos também (ufa!). Minhas raízes em São Paulo começam a crescer mais profundamente. Agora tenho um lar! Onde penso em passar muitos anos felizes! Sozinho ou bem acompanhado! Pra sempre é muito tempo e como as mudanças sempre acompanham a minha vida sabe Deus o que me espera! Mas feliz durante o processo. As vezes triste é claro. Mas nada fora do programado ou da normalidade (se é que isso existe!).
Minhas impressões em São Paulo são mais precisas. Deixando de serem meras impressões. Algumas tornaram-se um preconceito claro. Mas que se pode fazer com um paulistano extraditado e naturalizado em Santa Catarina que voltou a quase um ano??? ;D Espere muita coisa isso sim! risos...
Alguns amigos novos, bons amigos. Mas ainda assim, poucos. Sim, as pessoas em São Paulo têm medo! Medo de se relacionarem, de investirem seu tempo tão precioso e desperdiçado em tantas coisas banais. Mas algumas estão sujeitas a persuasão... Não facilmente corrompidas pela amizade, pelo carinho, pelo estar junto por estar junto... Mas ainda sim algumas fazem parte da Campanha "Água Mole em Pedra Dura tanto bate até que fura!". Outros são como mato seco num vaso. Desencane de regar que dali não brota mais nada. Se achar que é um bulbo adormecido vale a pena guardá-lo na geladeira e esperar seu novo brotamento. Mas é um risco que se corre...
Engraçado isso... Aprendi a encarar a amizade, o amor, como uma plantinha que deve ser regada e cuidada sempre. Ou sempre que necessário. Algumas pessoas temos vontade de regar sempre, outras de vez em quando e outras ainda são o supracitado mato seco no vaso! Melhor jogar fora e aproveitar o vaso pra novas mudas. Economia de energia. E afinal, existe um tempo pra tudo. Algumas pessoas ficam no passado mesmo. Não por nossa escolha. E talvez isso seja o mais difícil de aceitar ainda. Algumas escolhas não são nossas. A não ser o modo como encaramos as escolhas alheias. Mas estou aprendendo a deixar muita coisa no passado por não ter um presente delas. Quem dirá cogitar um futuro?! Mas como nada acontece por acaso (conversa recente com Pedro!) e tudo tem um motivo nessa vida (pleonasmo eu sei mas é pra enfatizar ok?!) não desmereço o passado! Nunca, jamais! Melhor aprender com ele! Bom professor, assim como o tempo...
E hoje, não por coincidência, mas por destino claro, meu amuleto volta a me proteger depois de um tempo em resguardo.
Que o sol, minha luz, continue guiando meu caminho na escuridão. E que mais se juntem a mim pra brilharmos juntos!
Alessandro Soleil!
...mas não o suficiente ainda.
Muita coisa mudou, muita coisa foi aprendida. E claro, muito a aprender ainda. E o tempo continua passando. Agora aprecio tudo mais como expectador. Mesmo porque tudo ainda é um pouco inseguro... Inferno astral, fim da crise dos sete anos... risos... Essas coisas. Mas tudo tende a melhorar, tudo tende e conspira a favor. E minha luz brilha cada vez mais forte iluminando meu caminho e de quem estiver perto de mim! Então não se acanhem. Cheguem mais e vamos brilhar juntos!
Follow the light!
P.S.: a postagem de hoje foi sucinta pois no meio de tantas mudanças muita coisa ainda não está nos eixos. E o mundo virtual anda meio de lado claro... Mas tudo a seu tempo... ;D
E no começo era apenas o silêncio e o vazio...
BANG!!!
E assim teve-se início...
Como uma grande explosão. Sem som, mais como um clarão de luz que nos fascina, nos cega e nos comove. Nos vimos sem nos olharmos. Nos sentimos sem nos tocarmos. Nos conhecemos sem realmente nos conhecermos. Nos encantamos num primeiro gesto não visto, numa primeira palavra não dita. Apeguei-me ao quase nada por acreditar ser quase tudo... Aguardo ainda o abraço mudo. Quem sabe um beijo sem palavras? Nada mais apropriado para algo que vaga no vale da emoção e perturba diariamente a razão.
O primeiro clarão se deu de maneira breve, mas densa. Repleta de quereres e sentimentos. Mas como dito, durou pouco tempo. A oportunidade deve ter passado. A disposição foi breve também. Coloquei-me em segundo plano por ser altruísta e por talvez não achar-me merecedor de um lugar de destaque. Sendo assim, cá estou, não sei em que plano nem em qual categoria. Mas não entre as prioridades. Afinal, tanta coisa a ser resolvida, tanta gente precisando mais (de atenção, carinho, afeto), tanto trabalho, tanto trânsito, tanta correria, tantos tantos que só de disposição não se vive. Bom, discordo muito disso mas como se diz por aqui: "É assim...".
C´est la vie...
Sinto que nosso tempo passou sem nem ter começado. O bonde passou e por pouco não subi... Ele não tinha parado por completo. Agora fico acenando enquanto ele se distancia. Aos poucos pois, parte devagar já que ainda o seguro com minhas palavras para que não se vá por completo. Os sentimentos caminham para outra porto. Talvez mais seguro, mais nobre, mais tranqüilo. As águas não se revoltam mais. Não enquanto os olhares não forem trocados, não enquanto as peles não sentirem o calor uma da outra, não enquanto as bocas não se tocarem, não enquanto a alma e o corpo pedirem por mais e mais. Mas tudo isso deve não passar de uma ilusão que se mancha e se apaga como uma aquarela aguada.
O corpo deixa-se afundar no mar calmo, encolhido para sentir seu próprio calor. O ar abandona quase que totalmente os pulmões para que desça suave para um lugar não melhor. Mas talvez conhecido... E assim parece que o tempo é congelado. E tudo não dito, tudo não feito, tudo não nada resume-se a um quase.
Quase nada quase tudo...
Estou com preguiça de reler todas essas minhas impressões... Então gostaria que você me ajudasse nessa tarefa. Se um dia me tornar repetitivo, coisa que não me parece muito incomum nem impossível pois sei que converso muito com o bonequinho, avise-me com urgência. Não porque este inanimado espectador deixará de ouvir novamente mais uma de minhas hitórias, mas para que novas possam se instalar no lugar das antigas...
Mas o que está se tornando, não freqüente mas comum, é eu caminhar de mãos vazias... Sem nenhuma outra pra segurar. Estendo a mão e só alcanço o vazio. Que como consolo sempre será meu companheiro quer eu queira quer eu não. No máximo ando recebendo um vislumbre de um aceno muito ao longe que me enche de esperanças. Esperanças de assistir R&J de mãos dadas com alguém. De sentir esse calor passando de um corpo a outro. Fiquei com inveja do que vi sim. E não poderia ser de outra maneira. E não vou dizer que é uma inveja boa porque isso não existe. Vi o que vi e fiquei com vontade de ter a mesma coisa. Somente uma mão para se entrelaçar.
Claro que tenho a sorte dela vir acompanhada de todo um corpo com braço, peito, pernas e... E tudo o mais. Mas a mão anda me bastando num primeiro momento. Somente a mão... Esse gesto tão simples e carinhoso torna-se um evento por aqui. Normalmente adiado durante muito tempo... Bom, vou tentar não pronunciar esta palavra novamente porque andamos brigados e já falei demais dele da última vez...
Ando caminhando porém, em silêncio. Não tenho mais vontade de cantar... Ao menos por enquanto. E não vou precisar chorar também pois, sorte a minha (!), está chovendo... Suspiro e aguardo. Não mais ansiosamente, mas triste. Expressão que tem me marcado nesses últimos dias...
Mas quando o sol aparecer voltarei a cantar. O luto não dura pra sempre. E nada como um dia após o outro (menção sutil aquele carinha lá de cima... risos...).
Ao menos tenho a Minerva pra me morder... risos...
E acabo sempre me agarrando a esperança dos tolos. Oxalá ela sobreviva durante muitas e muitas luas... (essa foi legal! risos...). Já não desejo segurar a mão de alguém acho... Só desejo não mais ser tentado e testado. Já é um bom começo para um romântico tolo (todos devem ser não é mesmo?!). Abandono minhas mãos que balançam ao lado do corpo. Quando quero calor coloco-as no bolso da calça... Tem resolvido... ;D
Oxalá isso me baste por muitas e muitas luas mesmo...
Tempo, tempo, tempo... Escolhi falar dele hoje depois de um tempo fora daqui.
Ultimamente não sei mais defini-lo... Corri pro dicionário pra pedir ajuda. Tá bom, tá bom... Não corri não porque tava com frio e tinha acabado de levantar... risos... Fui andando pegar o dicionário pra ver o que constava nele sobre tal assunto talvez polêmico. Peraí... Deixa eu dar uma olhada...
[...]
Caramba! Muita coisa pra passar pra você aqui. Escolhi a mais legal, claro, e que me chamou mais a atenção.
[Tempo] momento ou ocasião apropriada (ou disponível) pra que uma coisa se realize.
Hummm... Conceito bem interessante e fácil de entender. Por isso ando meio chateado com o senhor tempo! Ele me mimou durante muitos anos e muito tempo. Dando-me tempo ou momentos ou ocasiões apropriadas onde todos que eu desejava, ou a grande maioria, estavam disponíveis para que as coisas se realizassem. Todos ao meu redor que eu amava e amo ainda tinham tempo ou encontravam tempo. Agora todos que estão ao meu redor e tento amar (não os amo ainda por culpa do tempo mesmo e desse lance da ocasião apropriada) não encontram o tempo. Deixei de ser mimado.
Será que serei um adulto mais feliz assim? Um adulto sem os mimos do tempo das pessoas que aprecio, que prezo e que estimo muito? Que lição será essa? Não tô entendendo em bom português brasileiro paulistano! E fico triste pra não dizer p. da vida quando não entendo algo. Choro às vezes... Ontem chorei mas foi só um pouquinho. Praguejei o tempo... Mas talvez ele não seja o único culpado. Talvez seja o contexto onde ele está inserido. A cidade grande não oferece tanto tempo as pessoas. A cidade grande é opressora. A cidade grande é má...
Será??? E o que acontece com aquela frase de Shakespeare (?) que diz que só o homem ocupado tem tempo? A culpa sai das mãos do contexto e passa pras mãos das próprias pessoas que se sujeitam a esse vilão tão mau... Tô bravo com ele agora então pra mim ele é mau sim. Sendo assim, quem tem culpa por eu não ser mais mimado pelas pessoas que amo ou gostaria de amar, mimado temporalmente digamos, são as próprias pessoas que amo e tento amar! Acredito que exista uma justificativa que paira no ar na cidade de São Paulo que responderá sempre a todas minhas indignações e conflitos:
-É assim mesmo!
Dita de forma bem natural, clara e simples. Quase sem emoção... Mas não culpo a todos por terem cedido a esse capricho avassalador da grande metrópole. Queria não ter tempo também. Ser oprimido por ela também. E poder dizer: "Não tenho tempo. É assim mesmo". Dessa maneira eu seria como todos e acharia isso tudo muito normal e natural. E seria mais um na multidão que se rendeu a um tempo que não existe, a um tempo que nunca chega, a um tempo sonhado mas nunca alcançado... Quero não ter tempo também...
Alguém pode me ensinar como, por gentileza? Se me disser que não tem tempo estou perdido mesmo! Enquanto isso não acontece jogo um balde de paciência em cima do tempo aguardando a ocasião apropriada pra muita coisa, aguardando a disponibilidade pra muita coisa, aguardando...
Canto enquanto isso... Como sempre... ;D
Tempo tempo mano velho
Falta um tanto ainda eu sei
Pra você correr macio
Como zune um novo sedã
Tempo tempo mano velho
Vai, vai, vai...
Tempo amigo seja legal
Conto contigo pela madrugada
Só me derrube no final
"Pato Fu Sobre O Tempo"
Só me derrube no final!
P.S.: lembrei de um versinho de alguém famoso que minha avó me diz de vez em quando. Só pra terminar essa postagem mais feliz e poder acreditar que o tempo é meu amigo e senhor da razão como reza minha sorte no Orkut.
"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo que o tempo que o tempo tem é o tempo que o tempo tem." risos...
Acho que é algo assim... Já alegrou o meu dia! :D
Deixo assim um abraço mudo, silencioso... :D Mas muito carinhoso...
Alessandro.
Ontem, quinta-feria, Corpus Christy!!! Marcha para Jesus na Avenida Paulista, palco de muitos eventos.
Saí de casa para almoçar e tamanha foi minha surpresa com esse evento, mais capitalista e consumista do que religioso. Num primeiro momento com camisetas estampadas em verde amarelo (até Jesus tá torcendo pelo Brasil - espero que assim sejamos hexa!!!) pensei em algum partido político fazendo campanha e já antecipando alguns votos dos eleitores mais afoitos. Já na rua e bem de perto da massa de gente que já se locomovia feito formigas procurando e marchando atrás do doce vi que se tratava de uma manifestação religiosa...
Bom, não sei se posso chamá-la assim! O que vi foi um culto ao consumismo! Todos vestidos e uniformizados com as mesmas camisetas, bandanas, bonés e etc. Ambulantes pra tudo quanto era lado vendendo brinquedos pras crianças cristãs desde cedo, comida pra esse povo todo, e mais e mais cacarecos numa cruza de Copa do mundo abrasileirada, Jesus e fé (?)... Vi pouca gente rezando e cantando e louvando a Deus ou ao seu filho. Será que estou ultrapassado? Será que ando esperando demais das pessoas na cidade de São Paulo? Bom, disso tenho quase certeza! Achei que nessa marcha faltou adoração, fé e devoção. E sobrou consumo, displicência, falta de educação e respeito...
Conclusão: após a Marcha de Jesus a Paulista estava um lixo literalmente falando. E claro, todas as imediações num raio de 100 metros pra todos os lados também! Não sei mais de quem é a função de educação da população! Deve ser minha também! E sua! Mas esperava que o amor pregado por Cristo emglobava respeito e cuidado com o meio ambiente, com o próximo... Essas coisas. Acho que falta um pouco de discernimento pra população. Claro que me incluo nesse rol também. Assim me livro automaticamente da culpa de ter cometido um engano com a postagem de hoje! risos...
Resumo da Ópera: Manifestações são legais desde que bem organizadas. Do começo ao fim. E limpar a festa faz parte disso!
Vou orar por todos! Por mim também!
Amém!