Quero que meu casamento seja tão animado e bacana como este! Eu fiquei emocionado! E você? A alegria é contagiante!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Nhoque, molho de tomates, frango e agrião!
Hoje literalmente madruguei. O pensamento fluindo a mil logo cedo. A coberta a mais na cama prevendo um frio que não existiu também ajudou. Tentei tirá-la e voltar a dormir mas não teve jeito. Resolvi levantar e vir pra cá pra esvaziar a mente.
Abrindo colchetes [Antes de colocar essas linhas já fiz o Twitter conversar com o blog (veja acima sempre a última piada!) e com o Facebook! Tive que me virar sozinho já que meus dois pedidos pra Ana foram em vão (cê fica me devendo!). Estou adorando toda essa conectividade!] *prefiro os colchetes aos parêntesis - são mais bonitos!
Ontem fui questionado como posso sentir falta de alguém que vi e convivi apenas durante um dia. Não soube responder na hora. Nem sempre consigo racionalizar de bate-pronto meus sentimentos. Sou loiro! Dá um desconto! ;D Fiquei martelando nesse pensamento o resto da noite junto com duas taças de vinho. Fui dormir sem respostas. Acordei cedo com uma lembrança de infância.
Quando minha avó ainda cozinhava (ela parou há alguns anos por ser uma mulher de vanguarda e não se comportar sempre como todas as vozinhas fofinhas e bonitinhas dos livros de histórias), um dos meus pratos prediletos era nhoque com molho vermelho feito com coxinhas da asa de frango e salada de agrião. A combinação desses quatro ingredientes - nhoque, molho de tomates, frango e agrião - me faz viajar no tempo e ficar emocionado. O nhoque precisa ser feito em casa com batatas e pitadas de noz moscada certo?! Senão não vale!
Tudo bem que o trabalho todo era liderado pelo meu avô (sinto falta dele...) e todos em casa ajudavam na feitura dessa lembrança gostosa de tempos idos. Enchíamos a mesa da cozinha de farinha onde a massa do nhoque era aberta. Gostava muito de fazer as minhocas com a massa e depois cortá-las em pequenos e saborosos pedaços crus que seriam cozidos. A gente se entupia de nhoque cru antes da refeição (às escondidas claro! O proibido é sempre mais gostoso!).
Era um momento especial de almoço em família, de trabalho e cooperação. Talvez esses sabores me emocionem por me remeterem a tudo isso. O sentimento de amor, carinho, respeito e aprendizado nesses momentos ternos em minha casa em Joinville ficou eternizado nesse prato tão especial pra mim (e em tantas outras lembranças que vão e vem).
E muitos outros momentos importantes pra mim são eternizados em meus pensamentos de alguma maneira. Através de sabores, cheiros, imagens e sentimentos. Por isso tenho a certeza de que fatos especiais em minha vida, como conhecer alguém que eu considere importante de algum modo, podem ser breves, mas se forem intensos já terão valido a pena!
Sim, posso sentir falta de alguém que conheci durante apenas um dia todo. Assim como sinto falta do nhoque feito em casa em família... E tenho certeza que bastou experimentar apenas uma vez para eu me apaixonar por esses sabores.
Nada mais que isso.
Abrindo colchetes [Antes de colocar essas linhas já fiz o Twitter conversar com o blog (veja acima sempre a última piada!) e com o Facebook! Tive que me virar sozinho já que meus dois pedidos pra Ana foram em vão (cê fica me devendo!). Estou adorando toda essa conectividade!] *prefiro os colchetes aos parêntesis - são mais bonitos!
Ontem fui questionado como posso sentir falta de alguém que vi e convivi apenas durante um dia. Não soube responder na hora. Nem sempre consigo racionalizar de bate-pronto meus sentimentos. Sou loiro! Dá um desconto! ;D Fiquei martelando nesse pensamento o resto da noite junto com duas taças de vinho. Fui dormir sem respostas. Acordei cedo com uma lembrança de infância.
Quando minha avó ainda cozinhava (ela parou há alguns anos por ser uma mulher de vanguarda e não se comportar sempre como todas as vozinhas fofinhas e bonitinhas dos livros de histórias), um dos meus pratos prediletos era nhoque com molho vermelho feito com coxinhas da asa de frango e salada de agrião. A combinação desses quatro ingredientes - nhoque, molho de tomates, frango e agrião - me faz viajar no tempo e ficar emocionado. O nhoque precisa ser feito em casa com batatas e pitadas de noz moscada certo?! Senão não vale!
Tudo bem que o trabalho todo era liderado pelo meu avô (sinto falta dele...) e todos em casa ajudavam na feitura dessa lembrança gostosa de tempos idos. Enchíamos a mesa da cozinha de farinha onde a massa do nhoque era aberta. Gostava muito de fazer as minhocas com a massa e depois cortá-las em pequenos e saborosos pedaços crus que seriam cozidos. A gente se entupia de nhoque cru antes da refeição (às escondidas claro! O proibido é sempre mais gostoso!).
Era um momento especial de almoço em família, de trabalho e cooperação. Talvez esses sabores me emocionem por me remeterem a tudo isso. O sentimento de amor, carinho, respeito e aprendizado nesses momentos ternos em minha casa em Joinville ficou eternizado nesse prato tão especial pra mim (e em tantas outras lembranças que vão e vem).
E muitos outros momentos importantes pra mim são eternizados em meus pensamentos de alguma maneira. Através de sabores, cheiros, imagens e sentimentos. Por isso tenho a certeza de que fatos especiais em minha vida, como conhecer alguém que eu considere importante de algum modo, podem ser breves, mas se forem intensos já terão valido a pena!
Sim, posso sentir falta de alguém que conheci durante apenas um dia todo. Assim como sinto falta do nhoque feito em casa em família... E tenho certeza que bastou experimentar apenas uma vez para eu me apaixonar por esses sabores.
Nada mais que isso.
domingo, 23 de maio de 2010
Tigor T. Tigre!
Relutei bastante tempo em ter um gato. Quando morei com a Lu peguei o gosto de vez por bichos. Sempre tive cachorros morando em casa. Mas em apartamento a dinâmica é outra. Um pouco antes de me mudar para cá comecei a procurar meu novo companheiro. A internet foi o caminho encontrado. Busquei vários sites de adoção e encontrei uma senhora que tem um pequeno gatil de filhotes para adoção.
Enfiei na cabeça que queria um gato amarelo. Talvez por simpatizar pelo Garfield e também pelo Bichento, o gato da Hermione. O coisa difícil de encontrar! risos... Queria uma fêmea amarela. Mais incomum ainda. Pra cada fêmea amarela existem três machos da mesma cor. Depois de dois meses de conversa com a Cris (dona do gatil) encontramos um filhote pra mim (eu não queria um gato usado! risos...). Um macho amarelo! O conheci 15 dias antes dele vir pra cá. Tava muito mirradinho e precisava ficar mais um tempo com outros animais.
07 de setembro ele estava aqui em casa me dando muitas alegrias e algumas preocupações também. Veio meio doente, com faringite (tomou Benzetacyl!) e pulguento. Depois de quase dois meses de ração Ultramegapowerblasterpremium ele melhorou e dobrou de tamanho e peso.
Hoje com quase um ano já está grande, forte e feliz. Junto comigo! É minha família aqui em São Paulo. Não cobra nada. A não ser as necessidades básicas - comida, atenção, carinho, calor, água e limpeza da caixa de areia. Mas ganhei um amigo peludo e quentinho para o inverno que escuta meus problemas e dá conselhos ótimos.
Sim, eu converso com meu gato. Achava um pouco esquisito quando via isso com outras pessoas. Mas aderi a causa. Eu converso com meu gato e ele responde! Aliás, ele é bem falante pra um gato. Muito sociável com estranhos e busca a cordinha (seu brinquedo favorito) quando a jogo. Ele é praticamente um cachorro! Quando assobio e o chamo pelo nome também atende. Extremamente carinhoso. Apronta das suas claro! Quem não o faz? Além do mais. Ele acaba de entrar na vida adulta. E eu também! Bom, já mais um pouquinho de tempo que ele.
Ele acaba de subir no meu colo, depois de olhar pra mim e soltar o miado de: "Quero você!". Já deitou. Bom sentir o calor de outro ser. Ainda mais que os gatos possuem uma temperatura corporal maior que a nossa. Algo próximo aos 39 graus acho.
Ainda sobre o histórico dele - foi encontrado numa gaiola com outros filhotes tão mirrados quanto ele num pet shop mequetrefe aqui em São Paulo e resgatado pela Cris. Abaixo encontrei um video dos seus pais discutindo. Já dá pra ter uma idéia do ambiente familiar. risos...
Hoje sou feliz com o Tigor (outro dia conto a origem do nome dele pra quem ainda não sabe). E tenho a certeza de que ele é comigo! Acredito nos encontros providenciais! Ele é especial pra mim! Outros poderão ser também.
MIAU!
Enfiei na cabeça que queria um gato amarelo. Talvez por simpatizar pelo Garfield e também pelo Bichento, o gato da Hermione. O coisa difícil de encontrar! risos... Queria uma fêmea amarela. Mais incomum ainda. Pra cada fêmea amarela existem três machos da mesma cor. Depois de dois meses de conversa com a Cris (dona do gatil) encontramos um filhote pra mim (eu não queria um gato usado! risos...). Um macho amarelo! O conheci 15 dias antes dele vir pra cá. Tava muito mirradinho e precisava ficar mais um tempo com outros animais.
07 de setembro ele estava aqui em casa me dando muitas alegrias e algumas preocupações também. Veio meio doente, com faringite (tomou Benzetacyl!) e pulguento. Depois de quase dois meses de ração Ultramegapowerblasterpremium ele melhorou e dobrou de tamanho e peso.
Hoje com quase um ano já está grande, forte e feliz. Junto comigo! É minha família aqui em São Paulo. Não cobra nada. A não ser as necessidades básicas - comida, atenção, carinho, calor, água e limpeza da caixa de areia. Mas ganhei um amigo peludo e quentinho para o inverno que escuta meus problemas e dá conselhos ótimos.
Sim, eu converso com meu gato. Achava um pouco esquisito quando via isso com outras pessoas. Mas aderi a causa. Eu converso com meu gato e ele responde! Aliás, ele é bem falante pra um gato. Muito sociável com estranhos e busca a cordinha (seu brinquedo favorito) quando a jogo. Ele é praticamente um cachorro! Quando assobio e o chamo pelo nome também atende. Extremamente carinhoso. Apronta das suas claro! Quem não o faz? Além do mais. Ele acaba de entrar na vida adulta. E eu também! Bom, já mais um pouquinho de tempo que ele.
Ele acaba de subir no meu colo, depois de olhar pra mim e soltar o miado de: "Quero você!". Já deitou. Bom sentir o calor de outro ser. Ainda mais que os gatos possuem uma temperatura corporal maior que a nossa. Algo próximo aos 39 graus acho.
Ainda sobre o histórico dele - foi encontrado numa gaiola com outros filhotes tão mirrados quanto ele num pet shop mequetrefe aqui em São Paulo e resgatado pela Cris. Abaixo encontrei um video dos seus pais discutindo. Já dá pra ter uma idéia do ambiente familiar. risos...
Hoje sou feliz com o Tigor (outro dia conto a origem do nome dele pra quem ainda não sabe). E tenho a certeza de que ele é comigo! Acredito nos encontros providenciais! Ele é especial pra mim! Outros poderão ser também.
MIAU!
sábado, 22 de maio de 2010
Face to face!
Seguindo a meta de me inserir nas redes sociais acabei de aderir ao Facebook! Até onde sei, a maior rede social de todo o mundo!!!
Agora face a face virtualmente com todo o planeta! E com um botão bacaninha ali do lado! Confira!
Agora face a face virtualmente com todo o planeta! E com um botão bacaninha ali do lado! Confira!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Yes! Redes sociais!
A divulgação em redes sociais tem sido bastante explorada. E não vou ficar pra trás não! :D Além do Orkut acabei de aderir ao Twitter. Follow me! alessandroARQ. Como estou ficando expert na manipulação deste blog adicionei os botões ao lado para facilitar a vida de todos!
Se quiser eu posso te ensinar a inserir os botões em seu blog também. Mas lembre-se: Não existe amor desinteressado! risos...
Se quiser eu posso te ensinar a inserir os botões em seu blog também. Mas lembre-se: Não existe amor desinteressado! risos...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
All refreshed!
Depois de uma overdose de blogs que se iniciou ontem, e um dia de retiro da vida padronizada, meu blog foi revisado, moldado, revitalizado e renovado! Agora as palavras respiram mais livremente de forma mais clara, convidativa e colorida! Fruto de uma tarde de pesquisas e avaliações.
O Tigor, que em breve fará seus posts por aqui também, ajudou bastante no dia de hoje me aquecendo e dando ânimo (até abstraí o furo no colchão de ar que ele fez...).
O foco das postagens foi revisto também. Antes, aconteciam de forma terapêutica por eu ser descrente na espécie psicólogo e/ou psiquiatra (acreditem, já tive minha dose deles na vida). Agora os textos fluirão por entre minhas vontades, experiências, quereres, desejos, encontros e desencontros por aqui e por ali. Passarão também, é claro, pela minha vida profissional. Ou pelas minhas vidas profissionais. Sim. Novos rumos se apresentam diante de mim. Antigos e novos amigos se juntam também. E novas e antigas parcerias vibram tendo voz, ou palavras mudas, neste blog.
Seja muito bem-vindo a minha nova casa virtual! Mais confortável e mais alegre e viva com sua presença.
Sinta-se em casa também!
;D
O Tigor, que em breve fará seus posts por aqui também, ajudou bastante no dia de hoje me aquecendo e dando ânimo (até abstraí o furo no colchão de ar que ele fez...).
O foco das postagens foi revisto também. Antes, aconteciam de forma terapêutica por eu ser descrente na espécie psicólogo e/ou psiquiatra (acreditem, já tive minha dose deles na vida). Agora os textos fluirão por entre minhas vontades, experiências, quereres, desejos, encontros e desencontros por aqui e por ali. Passarão também, é claro, pela minha vida profissional. Ou pelas minhas vidas profissionais. Sim. Novos rumos se apresentam diante de mim. Antigos e novos amigos se juntam também. E novas e antigas parcerias vibram tendo voz, ou palavras mudas, neste blog.
Seja muito bem-vindo a minha nova casa virtual! Mais confortável e mais alegre e viva com sua presença.
Sinta-se em casa também!
;D
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Yes! Nós temos Maliculina!
Não posso começar essa postagem sem antes mencionar o tormento que tenho sofrido nesse último ano todas as terças e quintas a noite durante minhas aulas na pós-graduação. Minha prima torta, que também reside sobre a sombra do Teixo, infernizou minha vida nesses últimos tempos para postar sobre este tema tão considerado por ela. Obrigado Bia pela insistência, carinho e amizade! Segue abaixo!
Há mais ou menos uns dois anos atrás, quando minha vida deu uma reviravolta muito grande com minha demissão inesperada e a perda de tudo que já havia construído por aqui, fui morar com uma amiga conhecida que me adotou como um animalzinho abandonado (ela já havia adotado mais dois animais antes de mim, uma pug com a língua pra fora chamada Ana Julia e uma gata atropelada e incapacitada de grandes saltos chamada Lilica). Sim, na época apenas amiga conhecida pois depois dos nove meses de convivência intensa (nasceu!) criamos um vínculo afetivo bem maior. Hoje a considero uma grande amiga (obrigado por tudo sempre Lu!). Nesse casamento (foi perfeito como muitos casamentos - a gente nem transava também!) e durante nossas trocas diárias de informação foi-me apresentado por ela o termo Maliculina - grande teoria do pai médico da Lu. E o que é isso??? Pois bem, a Maliculina vem a ser uma proteína ligada ao grau de maluquice muito presente nos seres humanos. Todos somos emissores e receptores de Maliculina considerando que ela gera um campo de emissão e atração ao nosso redor, em maior ou menor grau. Alguns emitem mais Maliculina e outros atraem mais Maliculina, e outros ainda tem ambas energias digamos assim, muito bem desenvolvidas. Penso hoje, depois de alguns anos de reflexão e experiências Maliculínicas, que ela pode ser nata e/ou desenvolvida durante toda nossa vida.
E o que isso implica na vida de todos? Esta é a questão. Quando pessoas com alta concentração de Maliculina no organismo se encontram e estão próximas, a probabilidade de coisas bizarras acontecerem é incrivelmente grande! Pense comigo e faça as suas contas. Pense nas coisas bizarras que lhe aconteceram em sua vida e lembre-se daquele amigo maluco com alto teor de Maliculina do seu lado sempre. Sim! Você também tem uma alta concentração de Maliculina para ter atraído este ser para você!
Vou narrar dois fatos exemplificando a atuação da Maliculina em minha existência. Fato 01. Estava eu sentado num café com um amigo conversando sobre a vida, numa conversa altamente carregada de Maliculina é claro, quando uma senhora entre seus 50 e 60 anos mete a cabeça entre nós (estávamos num sofá tomando nosso café) dizendo que não poderia deixar de comentar sobre nossa conversa (olha a Maliculina em ação!!!). Papo vai, papo vem, ela nos disse que estava sendo perseguida há anos, que mudava de endereço sempre, de nome e vivia com medo. Praticamente uma fugitiva judia correndo dos alemães, tirando claro o descompasso temporal. Olhei para esse amigo e disse: "Cara, você tem muita Maliculina dentro de você. Não podemos mais nos ver! É perigoso!" Nunca mais o encontrei. Tenho medo dessas coisas. Mas ele me disse em algum encontro por acaso (os Maliculinos, que são os portadores de Maliculina, se atraem sempre! Impossível fugir!) que reencontrou aquela senhora no mesmo café um outro dia e conversaram muito! Eu hein! Evito esse café sempre que posso.
Fato 02. A Maliculina não é uma proteína presente apenas nos seres humanos. Encontramos uma grande parte de animais que também são Maliculinos. Se você se identifica com tudo acima e possui um animal de estimação o avalie com atenção. Ele é maluquinho, não é mesmo?! Parte da educação Maliculina dele se deve a você, é claro. Mas se ele não fosse um Maliculino em potencial jamais teria chegado as suas mãos. Meu gato chamado Tigor, por exemplo, acha que é um cachorro. Ele atende vários chamados pelo nome, assobios e quando jogo sua cordinha (seu brinquedo mequetrefe favorito! A bola cara ele nem liga!) ele sai correndo buscá-la e a coloca junto a mim para repetir infinitamente a brincadeira. Ele é portador de Maliculina sim. E o educo para ser assim também! Afinal. não posso evitar e lutar contra essa informação. Mas o fato não é esse. Estava eu passeando com a Ana Julia (cadela da Lu já apresentada acima), uma pug deliciosa de apertar e esganar (ela adora brincadeiras brutas, claro) quando na esquina de casa ela estaca no chão de repente. Meu braço fica pra trás preso na coleira atada aquele ser troncudinho. Olho pro cachorrinho sentado com a cara de pau mais simpática do mundo (acreditem, ela é a Miss Simpatia do bairro) me encarando. Um cara passa na rua e vê a situação bizarra. Eu tentando puxar o cachorro pela coleira insistentemente. Afinal, não tínhamos nem saído da quadra de casa e ela não tinha feito nem o número 1 muito menos o número 2! O mesmo cara comenta: "Tadinho do cachorro, tá cansado." Comento: "Cansado??? A gente tá na esquina de casa!" Ele retruca com cara de indignação devido a sua sapiência com animais: "Mas ela tá com a língua de fora!". Sentencio: "Ela tem a língua pra fora!". Ele sem acreditar que o cachorrinho era daquele jeito se afasta certo de que eu era o ser humano mais maldoso com os animais naquele momento fazendo o pobre animal ser arrastado pela coleira quilômetros sem fim até esgotado colocar a língua pra fora e se entregar a exaustão.
Bom, se depois de tudo isso você ainda desconfiar que a Maliculina é lenda ou não existe de verdade é porque sua hora não chegou! Fique atento! Mais dia, menos dia, um Maliculino vai esbarrar em você, e você vai lembrar de tudo isso. Corra o mais rápido que puder! Ou faça como eu, abrace seu amigo Maliculino e vivam todas as bizarrices que esta fantástica proteína pode lhes oferecer!
Yes! Nós temos Maliculina (eu, o Tigor, a Lu, a Ana Júlia e a Bia!!!)
Há mais ou menos uns dois anos atrás, quando minha vida deu uma reviravolta muito grande com minha demissão inesperada e a perda de tudo que já havia construído por aqui, fui morar com uma amiga conhecida que me adotou como um animalzinho abandonado (ela já havia adotado mais dois animais antes de mim, uma pug com a língua pra fora chamada Ana Julia e uma gata atropelada e incapacitada de grandes saltos chamada Lilica). Sim, na época apenas amiga conhecida pois depois dos nove meses de convivência intensa (nasceu!) criamos um vínculo afetivo bem maior. Hoje a considero uma grande amiga (obrigado por tudo sempre Lu!). Nesse casamento (foi perfeito como muitos casamentos - a gente nem transava também!) e durante nossas trocas diárias de informação foi-me apresentado por ela o termo Maliculina - grande teoria do pai médico da Lu. E o que é isso??? Pois bem, a Maliculina vem a ser uma proteína ligada ao grau de maluquice muito presente nos seres humanos. Todos somos emissores e receptores de Maliculina considerando que ela gera um campo de emissão e atração ao nosso redor, em maior ou menor grau. Alguns emitem mais Maliculina e outros atraem mais Maliculina, e outros ainda tem ambas energias digamos assim, muito bem desenvolvidas. Penso hoje, depois de alguns anos de reflexão e experiências Maliculínicas, que ela pode ser nata e/ou desenvolvida durante toda nossa vida.
E o que isso implica na vida de todos? Esta é a questão. Quando pessoas com alta concentração de Maliculina no organismo se encontram e estão próximas, a probabilidade de coisas bizarras acontecerem é incrivelmente grande! Pense comigo e faça as suas contas. Pense nas coisas bizarras que lhe aconteceram em sua vida e lembre-se daquele amigo maluco com alto teor de Maliculina do seu lado sempre. Sim! Você também tem uma alta concentração de Maliculina para ter atraído este ser para você!
Vou narrar dois fatos exemplificando a atuação da Maliculina em minha existência. Fato 01. Estava eu sentado num café com um amigo conversando sobre a vida, numa conversa altamente carregada de Maliculina é claro, quando uma senhora entre seus 50 e 60 anos mete a cabeça entre nós (estávamos num sofá tomando nosso café) dizendo que não poderia deixar de comentar sobre nossa conversa (olha a Maliculina em ação!!!). Papo vai, papo vem, ela nos disse que estava sendo perseguida há anos, que mudava de endereço sempre, de nome e vivia com medo. Praticamente uma fugitiva judia correndo dos alemães, tirando claro o descompasso temporal. Olhei para esse amigo e disse: "Cara, você tem muita Maliculina dentro de você. Não podemos mais nos ver! É perigoso!" Nunca mais o encontrei. Tenho medo dessas coisas. Mas ele me disse em algum encontro por acaso (os Maliculinos, que são os portadores de Maliculina, se atraem sempre! Impossível fugir!) que reencontrou aquela senhora no mesmo café um outro dia e conversaram muito! Eu hein! Evito esse café sempre que posso.
Fato 02. A Maliculina não é uma proteína presente apenas nos seres humanos. Encontramos uma grande parte de animais que também são Maliculinos. Se você se identifica com tudo acima e possui um animal de estimação o avalie com atenção. Ele é maluquinho, não é mesmo?! Parte da educação Maliculina dele se deve a você, é claro. Mas se ele não fosse um Maliculino em potencial jamais teria chegado as suas mãos. Meu gato chamado Tigor, por exemplo, acha que é um cachorro. Ele atende vários chamados pelo nome, assobios e quando jogo sua cordinha (seu brinquedo mequetrefe favorito! A bola cara ele nem liga!) ele sai correndo buscá-la e a coloca junto a mim para repetir infinitamente a brincadeira. Ele é portador de Maliculina sim. E o educo para ser assim também! Afinal. não posso evitar e lutar contra essa informação. Mas o fato não é esse. Estava eu passeando com a Ana Julia (cadela da Lu já apresentada acima), uma pug deliciosa de apertar e esganar (ela adora brincadeiras brutas, claro) quando na esquina de casa ela estaca no chão de repente. Meu braço fica pra trás preso na coleira atada aquele ser troncudinho. Olho pro cachorrinho sentado com a cara de pau mais simpática do mundo (acreditem, ela é a Miss Simpatia do bairro) me encarando. Um cara passa na rua e vê a situação bizarra. Eu tentando puxar o cachorro pela coleira insistentemente. Afinal, não tínhamos nem saído da quadra de casa e ela não tinha feito nem o número 1 muito menos o número 2! O mesmo cara comenta: "Tadinho do cachorro, tá cansado." Comento: "Cansado??? A gente tá na esquina de casa!" Ele retruca com cara de indignação devido a sua sapiência com animais: "Mas ela tá com a língua de fora!". Sentencio: "Ela tem a língua pra fora!". Ele sem acreditar que o cachorrinho era daquele jeito se afasta certo de que eu era o ser humano mais maldoso com os animais naquele momento fazendo o pobre animal ser arrastado pela coleira quilômetros sem fim até esgotado colocar a língua pra fora e se entregar a exaustão.
Bom, se depois de tudo isso você ainda desconfiar que a Maliculina é lenda ou não existe de verdade é porque sua hora não chegou! Fique atento! Mais dia, menos dia, um Maliculino vai esbarrar em você, e você vai lembrar de tudo isso. Corra o mais rápido que puder! Ou faça como eu, abrace seu amigo Maliculino e vivam todas as bizarrices que esta fantástica proteína pode lhes oferecer!
Yes! Nós temos Maliculina (eu, o Tigor, a Lu, a Ana Júlia e a Bia!!!)
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