Minha mãe sempre achou engraçado eu gostar de alguns discos dela. Gosto particularmente de três! Um dos Carpenters, um chamado Rock Anos 60 e Meus Caros Amigos de Chico Buarque (este já tenho remasterizado em CD!).
Hoje me veio a mente a seguinte canção que me trouxe lembranças de um tempo muito gostoso! Um Alessandro mais menino e mais criança. O Alessandro mudou muito de lá pra cá... Mas continua sendo o Alessando de sempre! A little bit blue I guess... Para os amigos de anos isso faz sentido! Para quem não me conhece de verdade parecem frases pensativas demais. Filosóficas demais.
Para estas últimas pessoas - julguem menos e procurem conhecer o próximo (que pode ou não seu eu! ;D). Permitam-se olhar além de seu mundinho e de seu próprio umbigo. Sejam verdadeiras consigo mesmas e com as pessoas que consideram queridas. Queiram conhecer essas pessoas que consideram queridas. Conhecer de verdade... Aceitar seus defeitos e reconhecer suas qualidades. Participem da vida desses entes queridos e permitam que eles participem das suas. De forma verdadeira também...
Sim. Estas linhas soam como desabafo. E na verdade são. Como todas as demais linhas que aqui surgem.
Talking to myself and feeling old
Sometimes I'd like to quit
Nothing ever seems to fit
(...)
What I've got they used to call the blues
Nothing is really wrong
Felling like I don't belong
(...)
What I feel is come and gone before
No need to talk it out
We know what it's all about
domingo, 26 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
PEDAL 08AGO2010 | Voltando as raízes!
No final do nosso passeio de hoje, domingo Dia dos Pais, recebi carinhosos "escreva mais" (valeu Kiko!) que juntamente com os demais elogios me fizeram voltar a realmente escrever mais sobre nossas experiências pedalísticas!
Hoje o pedal foi literalmente passeio-no-parque (pouco mais de 20 km inclusive levando a bike pra passear no Jardim da Luz também)! Volto a frisar que nossos encontros não podem contar como prática desportiva! risos... Os objetivos são outros (mesmo que não muito claros pra muita gente! ; b). Iniciamos como sempre na Frutaria Paulista (final da Paulista e da Angélica) lá pelas 10h e alguma coisa. Acredito que este ponto de encontro não possa mais ser alterado. Eu já estou condicionado e posso me perder! Como estávamos com artigos importados no grupo (seja bem vindo sempre Pedro! Werter, traga-o sempre!) descemos em direção ao centro da cidade para ilustramos e vivenciarmos parte da história de São Paulo.
Acho sempre engraçada essa denominação de centro para uma cidade tão grande como São Paulo. Os mais antigos ainda o chamam de "cidade". Minha avó até hoje me pergunta: "Vai pra cidade?". Assim, o centro de São Paulo, como marco inicial da cidade, já foi a peça central desta grande metrópole. A ponto de ser considerado como "cidade". Com o crescimento (ordenado e desordenado nesses mais de 400 anos) de São Paulo esse contexto mudou. O centro de São Paulo continua sendo denominado centro mas com a conotação de marco zero. Hoje, a vida nesta cidade grande gira em tornos de centenas de outros centros urbanos que independem da primeira região central. Mas esta ainda guarda seu charme e elegância de tempos idos.
Volto no tempo quando percorro alguns caminhos no centro da cidade. Imagino como seria estar no auge dessas grandes e luxuosas construções, desse espaço feito para o caminhar como bem colocado pelo Carlos. Arquitetura que não se faz mais hoje em dia. Uma riqueza de detalhes e materiais que talvez não voltem mais. Os tempos mudam. Mas mesmo assim temos e sentimos o gostinho do passado. Demos algumas voltas no centro e passamos pelo Pátio do Colégio onde o Padre Manuel da Nóbrega e o noviço José de Anchieta estabeleceram um núcleo de catequização dos índios no planalto paulista. Vimos e tiramos fotos com a marquesa (!). E ainda me perguntam por que gosto e estou em São Paulo!
Sempre tive uma ligação afetiva muito grande com esta cidade. Apesar de ter nascido aqui fui criado e naturalizado catarinense (já não canto tanto... risos...). Voltei há 4 anos pra metrópole. E estou feliz nesta cidade. Feliz por respirar história no centro da cidade, por vivenciar um pouco o passado e aprender com ele, por estar com amigos que participaram e muito de tudo isso (você tem muitas intervenções no centro Carlos. Bom poder compartilhar isso com os amigos) e estar com outros que são apaixonados pelos fatos e acontecimentos da cidade (valeu Cesar!). Fora a companhia sempre bacana dos demais pedalantes que contribuem com presença, causos, histórias e amizade.
Voltei pra cá, Carlos, por me sentir em casa, por querer retornar as minhas raízes, por me sentir familiarizado com a arquitetura e os espaços através das histórias da minha família contadas em Joinville. Eu me sinto bem aqui. E as histórias que carrego dentro de mim, a vida da minha família por aqui, lembranças de outrem muito queridos pra mim, me trazem sentimentos de alegria, conforto e proteção. Sentimentos semelhantes que experimento dentro do grupo de pedal onde me sinto querido e protegido (viva o comportamento de bando!).
E nada mais inconsciente do que, no Dia dos Pais, pedalarmos pelas origens da cidade de São Paulo. Onde neste dia tão especial comemoramos parte de nossa própria origem. Voltamos a atenção para nossas raízes passeando e perambulando também pelas raízes de São Paulo. Cada qual a sua maneira e com suas próprias vivências. Alguns com muito a se comemorar nessa data e, outros com um sentimento de perda ou vazio (saudade de um pai que já se foi ou talvez de um que nunca tenha existido de verdade. Olhe pra cima! Ou pra dentro de si!).
Nossas raízes se entrelaçam e se misturam mais a cada encontro de pedal (hoje também tive seção terapia com o Cesar num papo lado a lado bem bacana. Brigado!). Bom poder criar raízes na minha terra natal com amigos tão bacanas. Bom poder compartilhar essas histórias com pessoas tão especiais.
E você talvez seja uma delas. Venha se enraizar em nossa singela e alegre floresta repleta de histórias, vidas, paixões e muitas pedaladas!
sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Aprenda com Gandhi!
"Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida."Mahatma Gandhi
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